Hoje recebi a notícia da partida de uma pessoa que conheci há aproximadamente um ano, a G é aquela pessoa difícil de se esquecer, nessas horas temos que refletir sobre como conduzir nossa jornada nessa vida.
É muito comum vermos as pessoas deixarem de viver com prazer para viver com amargura, pressa, tristeza, solidão, entre tantos outros fatores, enquanto que deveriam buscar a companhia do irmão, do pai, da mãe, do primo, do vizinho, do colega de trabalho, do colega de academia, são tantas as opções que se torna até mediocre falar de solidão com tanta companhia disponível que podemos desfrutar e não fazemos.
A G que conheci nem de longe esperava a solidão chegar, buscava pela família, pelos amigos, pelos colegas de trabalho, enfim, buscava pela vida, não sendo facíl digerir que ela findou-se num espaço de tempo tão curto.
Em julho recebí a notícia da minha prima de que teríamos companhia, que sua amiga viria passar uns quinze dias em nossa residência, e foi assim, ela chegou e viveu quinze dias em nossa companhia, iamos trabalhar e ela ficava em casa vendo seus infindáveis filmes, pois amava a setima arte.
Saímos e riamos muito de tantas pérolas que ela falava, sempre em cima de saltos altos maravilhosos, que a deixavam GIGANTE, elegante com seus acessórios e sempre feliz!
Lembro ainda nesta oportunidade de uma G apaixonada pela vida, pelo seu novo amor, tanto que a deixava careta, riamos de tanta caretice e os passeios ao clube dos advogados, que dias incríveis, finais de semana divertidos, que ficam na memória e nos dão a certeza absoluta de que a vida é feita de momentos, e cabe a cada um de nós cria-los para serem eternizados!
G, fica com Deus, receba essa última homenagem de quem conviveu tão pouco com vc mais aprendeu a lhe admirar!!! Bjs.